quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Doctor Who?



Oi pessoal, boa noite, tudo bem?

Eu sei... Eu sei... Faz muito tempo que não apareço por aqui. Sei que muitos de vocês têm cobrado e me dado várias broncas para eu não deixar o blog morrer, mas confesso que sou possuído por uma preguiça eterna em sentar diante do computador para escrever algo. Na verdade é que estou apaixonado pelo meu novo diário, tenho trabalhado nele todos os dias desse ano, alguns posts são mais agressivos, alguns são reflexivos, alguns apenas um emaranhado de desabafos, mas tem dado muito certo para manter minha sanidade em alta, principalmente nesse ano que começou cheio de altos e baixos.

O problema de manter o blog é que nem tudo o que eu escrevo pode ser postado aqui. Alguns textos realmente são uma verdadeira torta de climão, então, encontrar um tema interessante para compartilhar com as poucas pessoas que acessam esse blog é uma tarefa bastante difícil. Então, sentei aqui no computador, coloquei o último álbum da Cat Power para tocar e cá estou eu digitando um amontoado de palavras que até agora não fizeram sentido entre si.

Resolvi contar para vocês sobre uma série que comecei a assistir recentemente, mas que já virou uma das minhas favoritas: Doctor Who.


Alguns amigos já haviam me dito para assistir, mas com a falta de tempo e com o acúmulo de episódios atrasados das séries que eu já acompanho, fui forçado a adiar. Agora, como estou em casa e sem absolutamente nada para fazer, resolvi embarcar nesse universo. E posso dizer? Por que eu demorei tanto para assistir?


Ainda estou no quinto episódio da primeira temporada, mas já deu para sentir que a série é dotada de um sarcasmo e um cinismo tão infame que seria impossível eu não me apaixonar de imediato. O enredo fala sobre um alienígena que consegue viajar através do tempo, conhecido apenas como “The Doctor”. Ela vaga de lugar em lugar dentro de uma nave chamada “TARDIS” que parece uma cabine da polícia de Londres. A partir daí ele se empenha em salvar civilizações de vilões impagáveis e maravilhosos (o último episódio que eu assisti, a Terra fora invadida por ETs que só podiam invadir corpos de pessoas de peso elevado, já que eles precisavam de espaço).


A trama tem tanta influência do mestre Douglas Adams que meus olhos brilham. Christopher Eccleston interpreta o Doctor nessa primeira temporada. A série é tão espetacular que no segundo episódio, a Terra será destruída (o prazo expirou e bilhões de anos no futuro ela já não suportará o calor do Sol, meio o que já está acontecendo, SOCORRO) e para embalar o evento eles escutam uma balada tradicional do século 21: Toxic da Britney Spears. Como não amar uma série que faz tantas referências maravilhosas como essa?



Como já está na oitava temporada, é possível que eu demore um pouco mais para terminar a maratona. 
Ainda mais porque estou intercalando com Sex and the City. Mas não tenho pressa, quero curtir de maneira satisfatória cada episódio dessa minha nova paixão televisiva. 

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