terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Hard Enoguh

"And this has been hard enough for you
I know it's been hard enough for me
Been telling myself that I can roll with the changes..."

He About To Lose Me




I'm touching hands with someone seriously beautiful (eh, ah, eh eh)
I feel it burning and I know I'm standing far too close (eh, ah, eh eh)
I'm telling lies and if it shows I see that he don't care (eh, ah, eh eh)
I know he wants to take me home and get on out of here (eh, ah eh)

I got someone waiting at home
He says he in love but lately I just don't know
He don't see me or make me feel hot
Banging in the club with all of my ladies and he don't know that
He about to lose, 'bout to lose, 'bout to lose me

He about to lose me! (eh, eh)
He about to lose, 'bout to lose, 'bout to lose me
He about to lose me! (eh, eh, eh)
(Eh, eh, eh. Eh, eh)

I feel my body losing focus as he touches me (eh, ah, eh eh)
And I should go, but I can't overcome this chemistry (eh, ah, eh eh)
He pulls me close before he whispers something in my ear (eh, ah, eh eh)
He says he wants to take me home and get me out of here (eh, ah, eh)
I got someone waiting at home

He says he in love but lately I just don't know
He don't see me or make me feel hot
Banging in the club with all of my ladies and he don't know that

He about to lose, 'bout to lose, 'bout to lose me
He about to lose me! (eh, eh)
He about to lose, 'bout to lose, 'bout to lose me
He about to lose me! (eh, eh, eh)
(Eh, eh, eh. Eh, eh)

Someone by the bar keeps looking at us dancing
I see him staring at me, I see what he wants to be
Someone by the bar keeps looking at us dancing
I gotta... I gotta go... He don't know that

He about to lose, 'bout to lose, 'bout to lose me
He about to lose me! (eh, eh)
He about to lose, 'bout to lose, 'bout to lose me
He about to lose me! (eh, eh, eh)
(Eh, eh, eh. Eh, eh)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

High & Dry

Radiohead é uma banda e tanto. Criada em 1988 (se não me engano, estou com preguiça de pesquisar), é dona de hits que com certeza já fizeram parte da sua vida. A minha favorita, porém, vem lá do começo, no segundo álbum de estúdio: “The Bends”.

Completamente menosprezada pelo estranhíssimo, porém genial, Thom Yorke, “High & Dry” não apenas a minha, mas a música favorita de quase toda a população mundial. Gostosa, sonora, emocionante, envolvente, é uma pena que a banda não faça mais músicas neste estilo. Quase nunca tocada ao vivo, é o tipo de música que faz qualquer um fechar os olhos, levantar as mãos e cantar: “DON’T LEAAAAVE ME HIIIIIIIIIIIIIIIIGH...”.

Katy Perry! O melhor show pop do ano!

Dois dias depois de fazer o melhor show da noite no Rock in Rio, a minha diva pop mor, Katy Perry veio a São Paulo para apresentar sua “California Dreams Tour”, que diferente do que tínhamos visto no festival carioca, veio a terra da garoa completa. Comecei o dia almoçando com meus amigos na Hamburgueria da Rua Augusta, um lugar muito gostoso que serve um hambúrguer muito saboroso. Conversamos, rimos, matamos a saudade e então dividimos o grupo e finalmente nos encaminhamos para a Chácara do Jockey. Um lugar no quintos dos infernos, sem estrutura para receber um show de grande porte, porém, com uma acústica muito boa – diferente da Arena Anhembi.



Minha amiga de faculdade, Camila, já estava lá na fila desde às 12h. Como já estávamos meio velhos para enfrentar filas, e super conformados de já estarmos longe do palco por termos comprado o ingresso da pista comum, chegamos lá alguns minutos antes do portão abrir. Como já sabemos, show grande é um pouco burrice chegar muito cedo, uma vez que as pessoas começam a desistir do lugar onde estão e vai ficando cada vez mais fácil chegar na grade. E quando o show em si começa, é só pular e empurrar como se não houvesse amanhã – aprendi tudo isso nos meus anos "metaleiro do mau", indo a shows de bandas como Iron Maiden e Sepultura. Conclusão: Encontrei a Camila lá dentro na pista. (risos)

Mais ou menos 19h, um DJ entrou para agitar o público de 25 mil pessoas. A maioria menininhas de 13 a 15 anos, desesperadas para fazer a coreografia de Peacock junto com a Katy. Legal comentar que diante de muito Black Eyed Peas, Pitbull, Usher e essas coisas que estavam tocando, o DJ nos presenteou com Foster The People que somente minha amiga Cássia e eu conhecíamos. O resultado fora nós dois pulando e cantando enquanto grilos cantavam em toda a pista! 



Às 19h30 a Natalia Kills subiu ao palco para fazer um delicioso show de abertura. Muito espirituosa, chique e com músicas muito dançantes, ela fez um show que deu vontade de pedir mais. 20h em ponto o videozinho contando a historinha da garota sofrida que sonha em encontrar o grande amor começou a passar nos telões em forma de nuvem rosa. Aliás, tudo no palco é muito rosa. Aparentemente doces são rosas na cabeça das divas pop. Vai entender.

E então aos primeiros acordes de “Teenage Dream”, Katy surge linda, desafinada, simpática, sorridente. Cantou, ensaiou danças, pulou, interagiu com o público, se divertiu. E era apenas a primeira música. A segunda música foi “Hummbird Heartbeat”. Katy cumprimentou o público, soltou um palavrão: “this a slut machine, how can I say “slut” in portuguese? Poota?”, arrancando gritos de todo o público. Aparentemente é muito legal gringos falando palavrão na língua nativa (sem ironias, é legal mesmo).

A agitada “Waking Up in Vegas” fez a poeira subir, literalmente. Como disse no começo, a Chácara não tem estrutura para receber shows, ou você morre afogado em lama quando chove, ou morre sem respiração devido a toda a poeira que sobe quando as pessoas decidem pular. Mas isso não atrapalhou o show em nada. Katy fez tudo direitinho, como manda o figurino. Trocou de roupa várias vezes, interagiu com o público, cantou em um balanço, dançou com vários fãs no palco, tirou foto com um deles ao término da música e cantou muitos e muitos hits. 



Ao término do show eu estava acabado, feliz e satisfeito. Dos shows pop que fui este ano, sem dúvida alguma foi o melhor. Por mais que a Katy siga o roteiro pré-definido, é a que mais improvisa e se sente a vontade no palco. Ela realmente parece estar ali para se divertir junto com o público, e isso realmente contagia quem está assistindo. Acompanhada por uma banda muito boa, Katy segura a peteca durante as quase 2 horas de apresentação. Fez jus ao premio de melhor show que ganhou no EMA deste ano. GO KATY, SUA LINDA <3

Britney Spears em São Paulo! Eu fui, e gostei mais ou menos!

Sempre gostei da Britney. Suas coreografias e músicas agitadas e gostosas de ouvir tornaram ela uma das minhas divas pop favoritas. Depois de seu melhor trabalho em estúdio, o “In The Zone...”, ela deu uma baita desandada. Começou a agredir fotógrafos, cortou o cabelo, virou anti-cristo, quase perdeu a guarda dos filhos, enfim, tocou o maior puteiro na própria carreira.



Eis que depois de chegar quase ao fundo do poço, ela deu a volta por cima ao lançar o single “Gimme More”. A música seria seu grande retorno. Dançante, gostosa, sexy. Começa com um belo “It’s Britney, bitch”, que se tornou seu verdadeiro grito de guerra, anunciando que a Britney estava de volta. Mesmo com uma vergonhosa apresentação no VMA, ela aos poucos foi ganhando espaço no mundo fonográfico, principalmente com o êxito dos dois singles que seguiram “Piece of Me” e “Break The Ice”, a última rompendo a barreira da sensualidade e da awesomisse.

Porém, tirando os singles, o cd “Blackout” não chamou minha atenção. Eis que em 2008 ela chega com o “Circus”, que estourou com a música “Womanizer” e teve outras duas músicas de grande circulação, “Circus” e “If You Seek Amy”.Mas ainda não era a hora da loira chamar a minha atenção. Com o tempo acabei desencanando. Eis que este ano, ela aceitou o desafio de me ter de volta ao circulo dos fãs e lançou o “Femme Fatale”. Ouvir a primeira vez foi difícil, não gostei logo de cara. Muito mixado, cheio de auto-tune, mas ainda assim, muito mais digno que os dois anteriores. Abrindo com “Till The World Ends”, composta pela Ke$ha, o cd ganha força nas quatro primeiras músicas, perde total na quinta, volta a agitar em “Drop Dead Beautiful”, quase afunda com “Seal it With a Kiss” e “Big Fat Bass” com o Will.I.Am, e por ai vai até o final, até que ganha força total nas últimas quatro faixas (da edição deluxe), “Up n Down”, “He About To Lose Me”, “Selfish” e “Don’t Keep Me Waiting”, e então a Britney diz: “I’m back bitches”. E definitivamente está. Não é um cd tão gostoso quanto o “Britney”, nem tão poderoso quanto o “In The Zone...”, mas cumpre sua função em colocar a Brit de volta ao seu posto de princesinha do pop.

Dito tudo isso, lá estava eu, no dia 18 de novembro ansioso, ao lado dos meus amigos, esperando pela entrada da Srta. Spears no palco da Arena Anhembi em São Paulo. Simplesmente detesto o local, a acústica é péssima. Porém, é fácil de chegar, os banheiros são usáveis e tem mais estrutura para shows como este do que a Chácara do Jockey. Como já era esperado, o palco que veio para o Brasil não chega nem perto do palco original da tour que viajou o mundo. Uma vergonha. Já que os ingressos, que chegavam à R$ 700,00, eram o suficiente para cobrir os gastos de transporte. De qualquer forma, lá estávamos nós, felizes e animados.

22h em ponto o show começa. Um vídeo da Brit presidiária fugindo do cárcere é exibido no telão. Alguns minutinhos depois, lá vem ela, saindo de trás do telão, sobre uma plataforma, linda, com um maio branco para “cantar” “Hold It Against Me”, minha música favorita do cd. Cantei, pulei, gritei, dancei. Mas já sabia que o som estava super baixo. Em “Up n Down” só eu sabia a letra inteira, ou seja, era para estarmos ouvindo perfeitamente. Mas não foi isso que aconteceu. O som permaneceu irritantemente baixo durante todo o show, impossibilitando de ouvir muitas músicas. 



Britney estava linda, como era esperado. Também como já era esperado, não estava dançando bem, já não era a mesma de antes, mas ainda assim, era a Britney. Esforçada e simpática, cumprimentou o público paulista com a mesma fala de toda a turnê: “What’s up São Paulo, how you feeling? I can’t hear yoooou...”, infelizmente nem a gente Brit. Quando começou “3” e o público resolveu cantar junto, o pouco som que saia das caixas foi reduzido a ruídos. E então, eu fiquei broxado.

A Brit seguiu com “Piece of Me” mas em “Big Fat Bass” o show praticamente morreu. Não consegui empolgar nem em “Lace & Leather” que era uma das minhas preferidas do “Circus”. Mas quando eu pensei que tudo estava perdido, a frase “It’s Britney, bitch” fez todas as 30 mil pessoas presentes surtarem. Era “Gimme More”. Mesmo remixada e toda modificada, dancei até não poder mais, e então os grandes hits começaram. “Don’t Let Me Be The Last to Know”, onde a Britney faz o famoso número do balancinho, “Boys”, “…Baby One More Time”, “S&M”, “I’m a Slave 4 U”, “I Wanna Go”, “Womanizer”, “Toxic” e “Till The World Ends”. Uma overdose de músicas, mesmo que algumas bastante modificadas, fortes o suficiente para retirar até a última gota de suor e voz deste que vos escreve.

No fim, eu estava quase satisfeito. Não tinha conseguido ouvir muita coisa devido a péssima acústica da Arena. Brit não era mais a mesma. As músicas remixadas não eram tão legais quanto as originais. Mas, o pouco que tinha acontecido, tinha sido o suficiente para me deixar semi-feliz. Talvez eu precise de mais alguns shows da diva para suprir os dez anos que esperei para estar ali. Talvez ela precise de mais algumas turnês para recuperar a boa forma. Todo mundo tem seus altos e baixos, a Brit chegou no mais baixo que conseguiu e agora começa a voltar a ativa. Nós apoiamos e esperamos ansiosos pelo próximo cd, pela próxima turnê, pelo próximo “WHAT’S UP SÃO PAULOOOO...”

Em tempo: Conheci duas pessoas maravilhosas no meio da muvuca. Giuliana e Rafa. Super perdidos e divertidos acabei assistindo a maior parte do show com eles, que me receberam super bem. Meus amigos foram empurrados para frente através de uma multidão que brotou do chão, e um dos meus amigos acabou sendo roubado! Uma vergonha Brasil! Uma vergonha!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

"Dez Invernos" - 35ª Mostra Internacional de Cinema


Desde que comecei a minha vida como cinéfilo assumido, sempre tive vontade de ir a Mostra Internacional de Cinema que acontece anualmente em São Paulo. A Mostra é super disputada e traz mais de 300 opções de filmes de todo o globo que ganharam prêmios cultuados no mundo cinematográfico como a Palma de Ouro em Cannes, o Leão de Ouro em Veneza ou o Urso de Ouro em Berlim (este último já presenteou o Brasil duas vezes: a primeira em 1999 com “Central do Brasil” e em 2009 com “Tropa de Elite”). Contudo, sempre tive contratempos (dinheiro, falta de companhia, super lotação das sessões, etc), mas este ano resolvi bater o pé e ir a todo custo. 

Infelizmente a programação de 2011 da mostra estava um pouco fraca, e tive uma grande dificuldade em escolher o que assistir. Desta vez a mostra culminou com o fim do meu sexto semestre da faculdade, e se você já passou por este infortúnio sabe bem do que estou falando. Para nós do curso de Publicidade são inúmeros trabalhos, relatórios, provas e projetos que exigem uma grande dose de paciência dos pobres estudantes. Mas enfim, não estou aqui para falar dos meus problemas mentais causados pela faculdade, mas sim sobre o filme que consegui ver ontem, 3 (último dia de Mostra), chamado “Dez Invernos”.

O longa é uma co-produção Itália e Rússia e conta a história de dois jovens, Camilla e Sylvestre, que no auge dos 18 anos acabam se encontrando em uma embarcação que cruza Veneza, no inverno de 1999. Camilla é super tímida e Sylvestre tenta a todo o custo chamar sua atenção – a gente se apaixona por ele bem neste momento -, mas ela finge que não vê e vai embora. Contudo, ele vai atrás dela e então a história começa. Camilla e Sylvestre atravessam dez anos de puro encontros e desencontros em busca do final feliz. Completamente apaixonados um pelo outro, enfrentam o destino que insiste em separá-los.

O filme é incrivelmente belo. O diretor Valerio Mieli, não teve pressa em contar a história e transporta o espectador para dentro da vida dos personagens da maneira mais européia possível. Sem pressa, sem correria e com detalhes de lugares belíssimos como Veneza e Moscou. Se fosse um romance de Hollywood, não seriam dez anos, mas sim dez dias, e estes seriam preenchidos com situações clichês para arrancar um suspirinho aqui e uma risadinha ali. Em “Dez Invernos” não é assim. O riso é espontâneo, os suspiros aparecem aos poucos.

A trilha sonora de Francesco De Luca e Alessandro Forti é forte, e – ao contrario do usual – se coloca a disposição do filme, apenas para exibi-lo de uma maneira mais bonita, como se fosse uma moldura. Ela é emocionante, calma e em sua maioria composta por violinos e pianos.

A fotografia de Marco Onorato nos faz enxergar as situações como se fossemos os olhos dos personagens e remete o mais melancólico e triste lado de um inverno.

Quando as luzes se acenderam eu estava encantando. Dei nota máxima ao filme. Infelizmente, quem não o conferiu o na mostra dificilmente terá uma chance de vê-lo na telona novamente. Uma pena. Um filme tão bonito seria capaz de ganhar corações até mesmo dos aficionados por blockbusters.

Em tempo: Gostaria de salientar a condição precária do cinema Unibanco Artplex. As poltronas precisam de reforma, assim como a sala em si. Durante a projeção o filme saiu de quadro e se dividiu em duas partes. Ficou assim por uns 10 minutos e a senhora da equipe que estava sentada atrás de mim, não moveu um dedo para solucionar. Não sei quanto a vocês, ou os organizadores da mostra, mas eu levo cinema a sério e se já pago caro para vê-lo, exijo que as condições no mínimo sejam satisfatórias.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

The Walking Dead


Em outubro do ano passado começou a ser exibida a série “The Walking Dead”, como o pessoal já estava meio saturado de tanta história de Vampiro e Lobisomen, acompanhar a jornada de um grupo de sobreviventes em pleno apocalipse zumbi se tornou uma ótima saída para quebrar a rotina. Logo a série se tornou um verdadeiro hit e foi um sucesso de audiência. Todo mundo só falava disso. A mídia só falava disso.

Na época assistira ao primeiro episódio, era ótimo, tenso, intrigante, desesperador, mas por falta de tempo - e vontade também - parei por ai. Fiquei adiando, adiando e adiando e a primeira temporada acabou. Continuei adiando e a segunda temporada começou e eu travado no episódio 1. Resolvi que isso teria que mudar. Chamei minha amiga Poli e marcamos uma maratona, até porque eu precisava urgentemente assistir e poder participar das rodas de conversas novamente.

  Para abastecer, fomos ao restaurante japonês e a nós agregaram-se outras duas amigas, Gi e Flora.
Devidamente “comidos”, partimos para a nossa jornada apocalíptica. Aproveitei que já havia visto o primeiro episodio para dar uma cochilada e ser feliz durante a maratona. Minhas amigas reagiram ao episódio exatamente como eu: Mordendo o travesseiro.

No segundo episódio todos ficaram quietos. Muita tensão e adrenalina. Adorei tudo na série. Os personagens, os vilões, os sustos, os dramas, e principalmente a crítica ao ser humano em situações de extremo caos.

Ao término da maratona meu único pensamento era: Meu Deus, porque demorei tanto pra assistir isso?

Infelizmente, estou com dificuldades – leia: faculdade – para assistir a segunda temporada. Mas farei um esforcinho e lá vamos nós!

domingo, 2 de outubro de 2011

O Estranho Mundo de Bruno!

Minha banda favorita é o Muse.
Prefiro a Anette ao invés da Tarja, acho que o Nightwish ganhou mais vida. Não gosto que você fale da Anette. Não quero ouvir sua opinião.
Coldplay fez o melhor show do Rock in Rio em 2011.
Iron Maiden é a melhor banda de metal. Não é o Metallica, desculpem.
Amo Belo Horizonte. Passei a gostar mais do Rio de Janeiro. Mas meus amigos cariocas que me perdoem, mineiros sabem receber, cariocas não sabem fazer fila.
Sempre fui apaixonado por Paris, mas ultimamente tenho sentido um amor louco por Londres. Vai entender.
Não sei ver as horas em relógio de ponteiro.
Não gosto que me perguntem as coisas, principalmente se a pergunta se referir a algo particular. Se eu quiser que você saiba, eu irei te contar. Não importa quem você é. Não importa há quanto tempo me conheça. Apenas respeite a minha privacidade e nos daremos muito bem por longos anos.
Você não me conhece, então não haja como se fosse o contrario.
Grey’s Anatomy é minha série favorita (em exibição).
Lady Gaga já deu o que tinha que dar.
Katy Perry, mesmo desafinando, é a melhor diva pop em atividade. Não contamos a Madonna, ela já está em outro patamar.
Britney Spears é meu Guilty Pleasure.
Adoro MPB, mas não suporto Caetano Veloso.
Roberto Carlos é um cara foda. Não importa o que você pensa dele, não deixará de ser foda.
Não gosto em hipótese alguma de estudar. Quem é que gosta?
Já escrevi um livro baseado em relacionamentos passados.
Um dia irei publicá-lo, quando for a hora você o vera nas prateleiras.
Meu gosto é melhor que o seu. E tenho certeza que você pensa o mesmo sobre o seu gosto. Então não fode e não meta seu bedelho nas coisas que eu gosto. Elas são minhas e não suas.
Batman é o melhor super herói que existe. Homem-Aranha minhas bolas (só se for o Andrew Garfield <3).
Doctor Who é minha nova série favorita.
Já fiz maratona das 10 temporadas de Friends umas 5 vezes. Sei a maior parte das falas de alguns episódios, principalmente da oitava temporada.
Penélope Cruz e Joss Stone são as mulheres mais gostosas e tesudas que existem.
Julia Roberts é a mais linda.
Angelina Jolie é a minha favorita.
Meryl Streep é a mais foda.
Tenho saudade da Amy Winehouse.
Queria ter vivido na época da Janis Joplin.
Nunca completei 1 ano de namoro.
Brandon Flowers é o cara mais gostoso. Brad Pitt e Johnny Depp são clichês.
Leonardo DiCaprio é um ator fantástico.
Daniel Craig é o mais foda. Ele foi o 007.
007 é o melhor personagem da literatura e dos cinemas. Tirando a fase vergonhosa do Pierce Brosnan.
Sean Connery, Morgan Freeman, Michael Caine, Robert De Niro, Al Pacino, Christian Bale, Robert Downey Jr. e Dustin Hoffman são lendas vivas. Dignos de serem respeitados para toda a eternidade. Não fale mal deles. Você não é digno o suficiente para isso.
Um dia quero ser tão foda quanto meu pai.
Não consigo dizer “eu te amo” de maneira sincera. Mas não quer dizer que eu não saiba o que é isso.
Se você algum dia já me ouviu dizer que te amo, espontaneamente, quer dizer que é verdade.
Sou emotivo.
Sou dramático.
Sou exagerado.
Sou ranzinza.
Sou histérico.
Não sei ser discreto. NÃO SEI MESMO!
Sou perceptivo.
Cuidado! Posso ficar irritado com você pelo menor motivo possível e não há nada que você possa fazer para mudar. Ao menos enquanto eu não quiser.
Às vezes escrevo palavras erradas e não entendo como consegui tal feito: Cebla (cebola), Maiosa (maionese), Morgado (Morango) e por ai vai.
Star Wars é sensacional. Star Trek é chato, mas gostei dos novos filmes.
Adoro parques. Adoro Praia. Adoro viajar.
Gosto de ficar sozinho quando preciso pensar.
O final de Lost foi um saco. Aliás a série perdeu sentido na sexta temporada.
Já fui trevoso.
Ouço a mesma música um milhão de vezes.
Gosto secretamente de comédias românticas. Aliás devo dizer que é meu gênero favorito.
Demoro uma vida para ler um livro. Mas adoro ler.
Estou lendo “Anna e o Beijo Frances”, já faz quase um mês.
Emma Stone <3
Não suporto Tolkien. Não consegui ler. É como ler a bíblia.
Adorei os filmes do Senhor dos Anéis. Peter Jackson é um gênio.
Guardo magoa. Por tempo indeterminado.
Não sei cozinhar.
Amo os waffles da Gi.
O Tonho é o único amigo que eu tenho a mais de 1 ano, com o qual eu nunca briguei.
A Beta e eu nos chamávamos de Cocô, até um dia em que gritamos isso em público e decidimos reduzir para “Cô”.
Ela vai ser meu bestman. Espero que ela não dê para trás!
Tenho uma amiga que só virou minha amiga depois de 2 anos. Ela se chama Jack.
Ser meu amigo é uma tarefa difícil. Por isso tenho muito amor pelos sobreviventes.
Adoro crianças e quero ter dois filhos. Um casal de preferência.
Sei o nome dos dois.
A menina vai chamar Ana Júlia. Sim, por causa da música. Tenho um motivo plausível para isso.
O menino vai chamar Miguel.
Mas se eu tiver de adotá-los e eles já tiverem nome, não importa, serão os mais amados do mundo e ninguém será perfeito o bastante para eles <3 #paicoruja
Já tive vontade de chegar nas pessoas com quem eu já me relacionei e perguntar: “Qual o problema de vocês?”
Sou feliz. Na maior parte do tempo.
Calvin & Hobbes <3
O Estranho Mundo de Jack <3
Faz meia hora que estou ouvindo a mesma música.
Tenho a memória fraca.
Sou filho único.
Chega.

Rock in Rio 2011: Snow Patrol, a falta de educação do brasileiro e a máquina do tempo chamada: "Red Hot Chili Peppers"

Segundo dia de Rock in Rio! Enquanto todo mundo ainda comentava do fiasco da Rihanna na estréia do evento, das desafinadas e simpatia da Katy Perry e do bom show – me dói admitir – do Sir Elton John, na cidade do rock todos se preparavam para o dia do pop rock, ou algo do tipo.

A programação desse dia trazia Nx Zero, Stone Sour, Capital Inicial, Snow Patrol e Red Hot Chili Peppers. Não assisti todos os shows, afinal, em pleno sábado ficar em casa assistindo o Rock in Rio é meio fim de carreira, então eu resolvi curtir o dia com o paquerinha e assistir os shows do final do dia, que na realidade eram os únicos que eu queria ver.

Não gosto de NX Zero, não assisti a apresentação e nem vi os flashes que a Multishow passava entre um intervalo de show e outro.  Conheço pouco do Stone Sour. Na verdade, só conheço “Through The Glass” que é uma graça de música. A banda parece ser legal ao vivo, o Corey Taylor – que está por trás das máscaras do Slipknot, que também se apresentou no festival, no dia do metal – tem uma boa presença de palco, entre outras coisas.

Já fui a um show do Capital Inicial. Está longe de ser o melhor show nacional que eu já assisti. Eles atrasaram mais de uma hora, eu estava cansado e estressado. Acho que esse negócio de atrasar pra entrar no palco não é uma coisa legal, as pessoas acabam ficando nervosas e por melhor que seja seu show, sempre será criticado pela postura. Enfim, o show do Capital é até que animadinho, o Dinho se esforça, mas peca ao tentar ser político demais em determinados momentos. Como quando ele faz um discurso sobre o governo, ou alguma fofoca do plenário que esteja rolando, antes de cantar “Que Pais é Esse?”. Parece um pré-roteiro elaborado para os shows, fica meio chato.

Com um pouco de atraso, o Snow Patrol subiu ao palco para o meu total delírio. Sou apaixonado por essa banda, eles tem músicas no melhor estilo Coldplay, uma presença de palco super simpática e um show de hits – você conhece mais músicas deles do que imagina.



Vindos da Irlanda <3 trouxeram um show cheio de luzes, cores, e muita simpatia do Gary – vocalista, não o caracol do Bob Esponja, ok? -. Abriram com a agitada “You’re All I Have” e emendaram com uma das minhas favoritas do último cd “Take Back The City”. Sou completamente apaixonado por São Paulo e tudo que ela tem a oferecer, então meio que sinto como se fosse uma declaração de amor a minha cidade amada toda vez que canto “I LOVE THIS CITY TONIGHT, I LOVE THIS CITY ALWAYS”.

O show continuou com “Called Out It The Dark” com o Gary interagindo loucamente com o público, que infelizmente não era dele, 90% dos presentes estavam lá para assistir ao Red Hot Chili Peppers, contudo, o Snow Patrol não deixou a peteca cair e jogou “Hands Open” na seqüencia, e fez este que vos escreve dançar na poltrona.

Aumentei o volume assim que ouvi os primeiros acordes de “Run”, uma das músicas mais lindas da banda. Confesso que bateu uma brisa e meus olhos lacrimejaram um pouco. “Shut Your Eyes” veio logo depois. Eu tenho uma paixão enorme por essa música, adoro a letra, a batida, a vibe, quero fechar os olhos e dançá-la até o Sol raiar em alguma balada underground ai. Quem sabe um dia, né?

Mas o meu momento de quase morte veio quando eles tocaram “Set The Fire To The Third Bar”. Sério, se existe uma lista com as músicas mais perfeitas do universo, com certeza essa está na lista. Ai eles chamaram a Mariana Aydar para cantar junto e o resultado vocês já sabem. Bruno com os olhos cheios de lágrima, cantando com as mãos pra cima, ou melhor, berrando com as mãos pra cima. Às vezes tenho vontade de dar um presentão pros meus pais, por me aturarem com essas maluquices.

Emendado com “Set The Fire...” eles resolveram que queriam acabar comigo mesmo, e tocaram simplesmente a música que me fez amá-los para sempre: “Chocolate”. Bom, tudo que eu fiz quando tocaram “Set The Fire...” eu repeti aqui, então vou poupá-los de redundância emocional. Depois eles tocaram “Just Say Yes”, o mega hit “Chasing Cars”, “Fallen Empires” e encerram com “Open Your Eyes”, talvez a mais conhecida aqui no Brasil.

O show deles foi impecável, com direito a um errinho na última música. Tudo muito legal, muito ao vivo. Uma pena que os fãs de algumas bandas são completamente mal educados e desagradáveis, e vire e mexe tinha um retardado mental gritando: ‘RED HOOOOT’. Ai gente, sério, deu vontade de mandar enfiar uma Red Hot Chili Pepper no cu e rodar. Brasileiro tem a fama de ser um público muito bom, mas quando quer ser ignorante consegue, E MUITO. Destaco novamente a falta de organização da produção em relação a Line Up. Banda certa, dia errado.

Espero que o Snow Patrol volte em breve ao Brasil para shows solos, com um público só deles, um set maior. Com certeza será lindo.

Emocionalmente recuperado, lá fomos nós para o último show da noite: Red Hot Chili Peppers. É uma banda sensacional, velha de estrada, com muita história e que com certeza fez parte da vida de muita gente aqui. Eu posso dizer que Red Hot acompanhou minha vida desde que eu tinha meus 10 anos. Pois é, faz muito tempo. Então assistir a um show deles é o equivalente ao entrar em uma máquina do tempo e viajar por toda sua vida.



Sem o John Frusciante, a banda entrou confiante no palco e completamente convicta de seu público. Ao som de “Monarchy of Roses” o show esquentou mesmo a partir da segunda música, o hit “Can’t Stop”.
Em “Otherside” todo mundo que acompanhava o show foi à loucura. Simplesmente a música favorita de todo mundo. No meu caso, o motivo por eu gostar da banda. Sei de cor a letra, posso cantá-la de trás pra frente. Surtei, gritei, cantei. Queria estar lá =/

Destaco também “Dani California” e “Under The Bridge” tocadas na seqüência e tirando completamente o pouquinho de fôlego que ainda me sobrava. “Higher Ground” cover do rei Steve Wonder também teve espaço no set list dos californianos que foi seguida por “Californication” e “By The Way”. Nesse momento um filminho da minha oitava série passou diante dos meus olhos.

Na volta pro encore, a banda fez uma homenagem ao Rafael Mascarenhas, filho da Cissa Guimarães que faleceu ano passado, e que completaria 20 anos no dia do show. Todo mundo se emocionou, foi muito legal da parte dos caras.

“Around The World” abriu o bis time, e arrepia só de lembrar. Essa música continua sensacional mesmo depois de tantos anos. “Blood Sugar Sex Milk” e seu clima sensual abriu espaço para a poderosa “Give It Away” encerrar o show após 1h30. Sem camisa, Anthony Kiedis – que estava com um cabelinho horrível – se despediu do público com uma cara de pura satisfação. Nós também. Voltem mais vezes seus lindos. Todos ama! 

sábado, 1 de outubro de 2011

Rock in Rio 2011: Katy Perry, Elton John e Rihanna

De vez em quando o Brasil consegue montar um festival de música decente. Destaco a ótima primeira edição do SWU ano passado que teve shows de bandas como Rage Against The Machine, Los Hermanos, Joss Stone (DIVA!!!), Kings Of Leon, Dave Mathews Band, Linkin Park, entre outras. Este ano a bola da vez foi o disputadíssimo Rock in Rio, que depois de 10 anos volta a sua cidade de origem com uma line up de encher os olhos de qualquer fanático por música.

Como já era esperado, os sete dias foram divididos em subcategorias, dia do pop, dia do pop rock, dia do metal, dia do soul, dia do pop de novo, dia do rock alternativo e dia do rock mais ou menos pesado. Não consegui acompanhar todos os dias, porque, né? Eu tenho uma vida para viver, mas vou comentar aqui sobre os que eu andei dando uma olhadinha, aqui de casa mesmo, já que não consegui comprar ingresso pra nenhum dia =/

Como já disse, tenho uma vida para viver, ou seja, não vi o show da Claudia Leitte no primeiro dia do festival. Ouvi algumas pessoas dizendo que foi fraco e sem um pingo de simpatia da cantora. Assim fica difícil, né?

Com alguns bons 40 minutos de atraso, a minha diva pop mor, senhorita Katy Perry subiu ao palco ao som de “Teenage Dream”. Por se tratar de uma apresentação de festival, o tempo era menor, então os videozinhos explicando a história do show foram cortados. Ela apareceu suspensa atrás dos telões rosa em forma de nuvem, e é claro, desafinou.



Mas pouco importa, veja bem, quem se prontifica a ir a um show da Katy, certamente estará ciente da potência vocal da moça, aliás ela mesma nunca escondeu isso . Mesmo assim encara os vocais ao vivo e se entrega ao público de corpo e alma. É impossível ficar parado. A segunda música foi “Waking Up In Vegas”, uma das melhores do “One Of The Boys”.

Super simpática, e seguindo um pré-roteiro como uma boa diva pop, Katy chamou um rapaz da platéia para ser seu namorado por uma noite. “Eu quero um namorado brasileiro, o cara tem que subir aqui sem camisa!”, e então apareceu o Julio de Sorocaba, de quem aliás a Katy chamou de “Juli-OOOOOOOH”, fazendo um som orgasmico no Oooooh! Katy beijou o rapaz e pediu que o mesmo retribuísse, após isso o expulsou do palco “Saia já do meu palco rapaz”, e começou a cantar “I Kissed a Girl”.



Cantando uma música atrás da outra, o show foi uma série de hits entoados em uníssono por toda a “cidade do rock”, eu mesmo me acabei aqui no sofá de casa, um esquenta pro show dela em São Paulo que seria dois dias depois – em breve uma resenha sobre esse show lindíssimo.

Vestida com uma bandeira do Brasil, cantou “Thinking of You” e depois trocou de roupa inúmeras vezes ao som da minha música favorita, “Hot n Cold”. Após pouco menos de 1h de apresentação, super curtinha mesmo =/, a Katy encerrou o show com a divertida “California Gurls” com direito a lançar chantily na platéia por um tubo gigantesco – infelizmente não foi pelos peitos como no clipe.



Katy deixou o palco ovacionada. Ela merece, claro.

Após uma pequena pausa, foi a vez so Sir Elton John subir ao palco. Eu particularmente não sou um grande apreciado de suas músicas, e arriscando levar pauladas e lâmpadas na cara, o considero um grande mala. 



Mas, de qualquer forma Elton John é Elton John, embalou muitos momentos românticos dos meus e dos seus pais ao longo dos anos, e o principal, embalou a infância de todo mundo na casa dos 20 com “Can You Feel The Love Tonight” do Rei Leão. Ou seja, amando ou odiando, o cara esteve presente na vida de todos e merece respeito pelos seus cabelos brancos – ninguém me tira da cabeça que ele usa peruca.

Não vou ser hipócrita, ou metido a cult e dizer que eu assisti ao show inteiro. Fiquei zapeando de canal em canal esperando que Sir Elton finalmente se retirasse do palco para que eu pudesse finalmente ver o último show da noite, o da Rihanna.

Aliás, fofocas de bastidores a parte, a produção do Rock in Rio trocou de última hora a ordem da apresentação do Elton e da Rihanna afim de que a testuda de barbados encerrasse a noite. Não achei nada polêmico, apenas gostaria de exaltar a falta de lógica na produção do festival ao montar a line up dos dias. Como é que você me coloca o Elton, totalmente old school em um dia com Rihanna e Katy Perry? Deveriam ter colocado ao lado do rei Steve Wonder, faria mais sentido.

Mas pelo pouco que assisti do show, tenho que concordar. Mesmo sentado no piano, o cara tem presença e sabe agitar uma platéia. Contudo, se queria colocar alguém mais maduro pra guiar o dia da molecada, colocassem o Paul pelo ou menos, teria sido muito mais divertido.

Todo mundo falou tanto do show da Rihanna em São Paulo, que foi isso e que foi aquilo, que eu fiquei maluco pra ver o show dela logo. Vencendo o sono e o cansaço de uma sexta-feira cheia, com direito a prova e a muito trabalho, lá estava eu pronto para balançar o esqueleto ao som de “Only Girl”, “What’s My Name” e “S&M”, minhas músicas favoritas dela. Mas a alegria durou pouco. A vaca resolveu fazer festa no camarim e atrasou 2h30 para subir no palco.

Uma infeliz mesmo. Ai quando era já 3h da madruga, todo mundo de mal humor e revoltado pela falta de respeito da testa de outdoor, eis que ela resolve dar o ar da graça no palco mundo. Com uma aberturinha bem cafona, ela entrou andando ao som de “Only Girl” e então só fez merda durante a 1h20 de apresentação.



Super bêbada, não conseguia cantar direito e ficava jogando pro público cantar por ela. Isso me irrita muito. 
Veja bem, uma coisa é você se emocionar e deixar o público cantar uma vez ou outra durante a música, porque sabemos que brasileiros gostam de cantar mais alto que o músico, mas outra é você não cantar a música inteira, como foi o caso de “California King Bed”.

Tentei me desligar um pouco das besteiras que dona Rihanna fazia no palco, ao vivo para o mundo inteiro e diante de 100 mil pessoas, e curtir “What’s My Name” que ganhou um ritmo mais dançante, “Man Down”, “Shut Up and Drive” e tudo mais, mas não deu por muito tempo. Irritado porque a única coisa que ela fazia era coçar a piriquita, esperei erroneamente até a última música, que era “Umbrella” para ver se ela faria alguma gracinha ou coisa e tal. Nada! Ao término do show eu estava cansado, com sono, de mal humor e irritado com a Rihanna. Dos que eu assisti, foi o pior, e olha que eu não curto Elton John. Antes tivessem deixado a Katy encerrar a noite. Ela faria um show completinho e animado e todo mundo sairia feliz. Aliás, ela é também muito pontual. No show de São Paulo entrou às 20h em cima e fez um show de 2 horas com direito a fogos de artifício. Mas isso fica para um outro post. J