"And this has been hard enough for you
I know it's been hard enough for me
Been telling myself that I can roll with the changes..."
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Hard Enoguh
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Ribs On The Barbie
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He About To Lose Me
I feel it burning and I know I'm standing far too close (eh, ah, eh eh)
I'm telling lies and if it shows I see that he don't care (eh, ah, eh eh)
I know he wants to take me home and get on out of here (eh, ah eh)
I got someone waiting at home
He says he in love but lately I just don't know
He don't see me or make me feel hot
Banging in the club with all of my ladies and he don't know that
He about to lose, 'bout to lose, 'bout to lose me
He about to lose me! (eh, eh)
He about to lose, 'bout to lose, 'bout to lose me
He about to lose me! (eh, eh, eh)
(Eh, eh, eh. Eh, eh)
I feel my body losing focus as he touches me (eh, ah, eh eh)
And I should go, but I can't overcome this chemistry (eh, ah, eh eh)
He pulls me close before he whispers something in my ear (eh, ah, eh eh)
He says he wants to take me home and get me out of here (eh, ah, eh)
I got someone waiting at home
He says he in love but lately I just don't know
He don't see me or make me feel hot
Banging in the club with all of my ladies and he don't know that
He about to lose, 'bout to lose, 'bout to lose me
He about to lose me! (eh, eh)
He about to lose, 'bout to lose, 'bout to lose me
He about to lose me! (eh, eh, eh)
(Eh, eh, eh. Eh, eh)
Someone by the bar keeps looking at us dancing
I see him staring at me, I see what he wants to be
Someone by the bar keeps looking at us dancing
I gotta... I gotta go... He don't know that
He about to lose, 'bout to lose, 'bout to lose me
He about to lose me! (eh, eh)
He about to lose, 'bout to lose, 'bout to lose me
He about to lose me! (eh, eh, eh)
(Eh, eh, eh. Eh, eh)
He about to lose me! (eh, eh)
He about to lose, 'bout to lose, 'bout to lose me
He about to lose me! (eh, eh, eh)
(Eh, eh, eh. Eh, eh)
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Ribs On The Barbie
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11:22
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
High & Dry
Radiohead é uma banda e tanto. Criada em 1988 (se não me engano, estou com preguiça de pesquisar), é dona de hits que com certeza já fizeram parte da sua vida. A minha favorita, porém, vem lá do começo, no segundo álbum de estúdio: “The Bends”.
Completamente menosprezada pelo estranhíssimo, porém genial, Thom Yorke, “High & Dry” não apenas a minha, mas a música favorita de quase toda a população mundial. Gostosa, sonora, emocionante, envolvente, é uma pena que a banda não faça mais músicas neste estilo. Quase nunca tocada ao vivo, é o tipo de música que faz qualquer um fechar os olhos, levantar as mãos e cantar: “DON’T LEAAAAVE ME HIIIIIIIIIIIIIIIIGH...”.
Completamente menosprezada pelo estranhíssimo, porém genial, Thom Yorke, “High & Dry” não apenas a minha, mas a música favorita de quase toda a população mundial. Gostosa, sonora, emocionante, envolvente, é uma pena que a banda não faça mais músicas neste estilo. Quase nunca tocada ao vivo, é o tipo de música que faz qualquer um fechar os olhos, levantar as mãos e cantar: “DON’T LEAAAAVE ME HIIIIIIIIIIIIIIIIGH...”.
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Ribs On The Barbie
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17:35
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Katy Perry! O melhor show pop do ano!
Dois dias depois de fazer o melhor show da noite no Rock in Rio, a minha diva pop mor, Katy Perry veio a São Paulo para apresentar sua “California Dreams Tour”, que diferente do que tínhamos visto no festival carioca, veio a terra da garoa completa. Comecei o dia almoçando com meus amigos na Hamburgueria da Rua Augusta, um lugar muito gostoso que serve um hambúrguer muito saboroso. Conversamos, rimos, matamos a saudade e então dividimos o grupo e finalmente nos encaminhamos para a Chácara do Jockey. Um lugar no quintos dos infernos, sem estrutura para receber um show de grande porte, porém, com uma acústica muito boa – diferente da Arena Anhembi.
Minha amiga de faculdade, Camila, já estava lá na fila desde às 12h. Como já estávamos meio velhos para enfrentar filas, e super conformados de já estarmos longe do palco por termos comprado o ingresso da pista comum, chegamos lá alguns minutos antes do portão abrir. Como já sabemos, show grande é um pouco burrice chegar muito cedo, uma vez que as pessoas começam a desistir do lugar onde estão e vai ficando cada vez mais fácil chegar na grade. E quando o show em si começa, é só pular e empurrar como se não houvesse amanhã – aprendi tudo isso nos meus anos "metaleiro do mau", indo a shows de bandas como Iron Maiden e Sepultura. Conclusão: Encontrei a Camila lá dentro na pista. (risos)
Mais ou menos 19h, um DJ entrou para agitar o público de 25 mil pessoas. A maioria menininhas de 13 a 15 anos, desesperadas para fazer a coreografia de Peacock junto com a Katy. Legal comentar que diante de muito Black Eyed Peas, Pitbull, Usher e essas coisas que estavam tocando, o DJ nos presenteou com Foster The People que somente minha amiga Cássia e eu conhecíamos. O resultado fora nós dois pulando e cantando enquanto grilos cantavam em toda a pista!
Às 19h30 a Natalia Kills subiu ao palco para fazer um delicioso show de abertura. Muito espirituosa, chique e com músicas muito dançantes, ela fez um show que deu vontade de pedir mais. 20h em ponto o videozinho contando a historinha da garota sofrida que sonha em encontrar o grande amor começou a passar nos telões em forma de nuvem rosa. Aliás, tudo no palco é muito rosa. Aparentemente doces são rosas na cabeça das divas pop. Vai entender.
E então aos primeiros acordes de “Teenage Dream”, Katy surge linda, desafinada, simpática, sorridente. Cantou, ensaiou danças, pulou, interagiu com o público, se divertiu. E era apenas a primeira música. A segunda música foi “Hummbird Heartbeat”. Katy cumprimentou o público, soltou um palavrão: “this a slut machine, how can I say “slut” in portuguese? Poota?”, arrancando gritos de todo o público. Aparentemente é muito legal gringos falando palavrão na língua nativa (sem ironias, é legal mesmo).
A agitada “Waking Up in Vegas” fez a poeira subir, literalmente. Como disse no começo, a Chácara não tem estrutura para receber shows, ou você morre afogado em lama quando chove, ou morre sem respiração devido a toda a poeira que sobe quando as pessoas decidem pular. Mas isso não atrapalhou o show em nada. Katy fez tudo direitinho, como manda o figurino. Trocou de roupa várias vezes, interagiu com o público, cantou em um balanço, dançou com vários fãs no palco, tirou foto com um deles ao término da música e cantou muitos e muitos hits.
Ao término do show eu estava acabado, feliz e satisfeito. Dos shows pop que fui este ano, sem dúvida alguma foi o melhor. Por mais que a Katy siga o roteiro pré-definido, é a que mais improvisa e se sente a vontade no palco. Ela realmente parece estar ali para se divertir junto com o público, e isso realmente contagia quem está assistindo. Acompanhada por uma banda muito boa, Katy segura a peteca durante as quase 2 horas de apresentação. Fez jus ao premio de melhor show que ganhou no EMA deste ano. GO KATY, SUA LINDA <3
Minha amiga de faculdade, Camila, já estava lá na fila desde às 12h. Como já estávamos meio velhos para enfrentar filas, e super conformados de já estarmos longe do palco por termos comprado o ingresso da pista comum, chegamos lá alguns minutos antes do portão abrir. Como já sabemos, show grande é um pouco burrice chegar muito cedo, uma vez que as pessoas começam a desistir do lugar onde estão e vai ficando cada vez mais fácil chegar na grade. E quando o show em si começa, é só pular e empurrar como se não houvesse amanhã – aprendi tudo isso nos meus anos "metaleiro do mau", indo a shows de bandas como Iron Maiden e Sepultura. Conclusão: Encontrei a Camila lá dentro na pista. (risos)
Mais ou menos 19h, um DJ entrou para agitar o público de 25 mil pessoas. A maioria menininhas de 13 a 15 anos, desesperadas para fazer a coreografia de Peacock junto com a Katy. Legal comentar que diante de muito Black Eyed Peas, Pitbull, Usher e essas coisas que estavam tocando, o DJ nos presenteou com Foster The People que somente minha amiga Cássia e eu conhecíamos. O resultado fora nós dois pulando e cantando enquanto grilos cantavam em toda a pista!
Às 19h30 a Natalia Kills subiu ao palco para fazer um delicioso show de abertura. Muito espirituosa, chique e com músicas muito dançantes, ela fez um show que deu vontade de pedir mais. 20h em ponto o videozinho contando a historinha da garota sofrida que sonha em encontrar o grande amor começou a passar nos telões em forma de nuvem rosa. Aliás, tudo no palco é muito rosa. Aparentemente doces são rosas na cabeça das divas pop. Vai entender.
E então aos primeiros acordes de “Teenage Dream”, Katy surge linda, desafinada, simpática, sorridente. Cantou, ensaiou danças, pulou, interagiu com o público, se divertiu. E era apenas a primeira música. A segunda música foi “Hummbird Heartbeat”. Katy cumprimentou o público, soltou um palavrão: “this a slut machine, how can I say “slut” in portuguese? Poota?”, arrancando gritos de todo o público. Aparentemente é muito legal gringos falando palavrão na língua nativa (sem ironias, é legal mesmo).
A agitada “Waking Up in Vegas” fez a poeira subir, literalmente. Como disse no começo, a Chácara não tem estrutura para receber shows, ou você morre afogado em lama quando chove, ou morre sem respiração devido a toda a poeira que sobe quando as pessoas decidem pular. Mas isso não atrapalhou o show em nada. Katy fez tudo direitinho, como manda o figurino. Trocou de roupa várias vezes, interagiu com o público, cantou em um balanço, dançou com vários fãs no palco, tirou foto com um deles ao término da música e cantou muitos e muitos hits.
Ao término do show eu estava acabado, feliz e satisfeito. Dos shows pop que fui este ano, sem dúvida alguma foi o melhor. Por mais que a Katy siga o roteiro pré-definido, é a que mais improvisa e se sente a vontade no palco. Ela realmente parece estar ali para se divertir junto com o público, e isso realmente contagia quem está assistindo. Acompanhada por uma banda muito boa, Katy segura a peteca durante as quase 2 horas de apresentação. Fez jus ao premio de melhor show que ganhou no EMA deste ano. GO KATY, SUA LINDA <3
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Ribs On The Barbie
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Shows
Britney Spears em São Paulo! Eu fui, e gostei mais ou menos!
Sempre gostei da Britney. Suas coreografias e músicas agitadas e gostosas de ouvir tornaram ela uma das minhas divas pop favoritas. Depois de seu melhor trabalho em estúdio, o “In The Zone...”, ela deu uma baita desandada. Começou a agredir fotógrafos, cortou o cabelo, virou anti-cristo, quase perdeu a guarda dos filhos, enfim, tocou o maior puteiro na própria carreira.
Eis que depois de chegar quase ao fundo do poço, ela deu a volta por cima ao lançar o single “Gimme More”. A música seria seu grande retorno. Dançante, gostosa, sexy. Começa com um belo “It’s Britney, bitch”, que se tornou seu verdadeiro grito de guerra, anunciando que a Britney estava de volta. Mesmo com uma vergonhosa apresentação no VMA, ela aos poucos foi ganhando espaço no mundo fonográfico, principalmente com o êxito dos dois singles que seguiram “Piece of Me” e “Break The Ice”, a última rompendo a barreira da sensualidade e da awesomisse.
Porém, tirando os singles, o cd “Blackout” não chamou minha atenção. Eis que em 2008 ela chega com o “Circus”, que estourou com a música “Womanizer” e teve outras duas músicas de grande circulação, “Circus” e “If You Seek Amy”.Mas ainda não era a hora da loira chamar a minha atenção. Com o tempo acabei desencanando. Eis que este ano, ela aceitou o desafio de me ter de volta ao circulo dos fãs e lançou o “Femme Fatale”. Ouvir a primeira vez foi difícil, não gostei logo de cara. Muito mixado, cheio de auto-tune, mas ainda assim, muito mais digno que os dois anteriores. Abrindo com “Till The World Ends”, composta pela Ke$ha, o cd ganha força nas quatro primeiras músicas, perde total na quinta, volta a agitar em “Drop Dead Beautiful”, quase afunda com “Seal it With a Kiss” e “Big Fat Bass” com o Will.I.Am, e por ai vai até o final, até que ganha força total nas últimas quatro faixas (da edição deluxe), “Up n Down”, “He About To Lose Me”, “Selfish” e “Don’t Keep Me Waiting”, e então a Britney diz: “I’m back bitches”. E definitivamente está. Não é um cd tão gostoso quanto o “Britney”, nem tão poderoso quanto o “In The Zone...”, mas cumpre sua função em colocar a Brit de volta ao seu posto de princesinha do pop.
Dito tudo isso, lá estava eu, no dia 18 de novembro ansioso, ao lado dos meus amigos, esperando pela entrada da Srta. Spears no palco da Arena Anhembi em São Paulo. Simplesmente detesto o local, a acústica é péssima. Porém, é fácil de chegar, os banheiros são usáveis e tem mais estrutura para shows como este do que a Chácara do Jockey. Como já era esperado, o palco que veio para o Brasil não chega nem perto do palco original da tour que viajou o mundo. Uma vergonha. Já que os ingressos, que chegavam à R$ 700,00, eram o suficiente para cobrir os gastos de transporte. De qualquer forma, lá estávamos nós, felizes e animados.
22h em ponto o show começa. Um vídeo da Brit presidiária fugindo do cárcere é exibido no telão. Alguns minutinhos depois, lá vem ela, saindo de trás do telão, sobre uma plataforma, linda, com um maio branco para “cantar” “Hold It Against Me”, minha música favorita do cd. Cantei, pulei, gritei, dancei. Mas já sabia que o som estava super baixo. Em “Up n Down” só eu sabia a letra inteira, ou seja, era para estarmos ouvindo perfeitamente. Mas não foi isso que aconteceu. O som permaneceu irritantemente baixo durante todo o show, impossibilitando de ouvir muitas músicas.
Britney estava linda, como era esperado. Também como já era esperado, não estava dançando bem, já não era a mesma de antes, mas ainda assim, era a Britney. Esforçada e simpática, cumprimentou o público paulista com a mesma fala de toda a turnê: “What’s up São Paulo, how you feeling? I can’t hear yoooou...”, infelizmente nem a gente Brit. Quando começou “3” e o público resolveu cantar junto, o pouco som que saia das caixas foi reduzido a ruídos. E então, eu fiquei broxado.
A Brit seguiu com “Piece of Me” mas em “Big Fat Bass” o show praticamente morreu. Não consegui empolgar nem em “Lace & Leather” que era uma das minhas preferidas do “Circus”. Mas quando eu pensei que tudo estava perdido, a frase “It’s Britney, bitch” fez todas as 30 mil pessoas presentes surtarem. Era “Gimme More”. Mesmo remixada e toda modificada, dancei até não poder mais, e então os grandes hits começaram. “Don’t Let Me Be The Last to Know”, onde a Britney faz o famoso número do balancinho, “Boys”, “…Baby One More Time”, “S&M”, “I’m a Slave 4 U”, “I Wanna Go”, “Womanizer”, “Toxic” e “Till The World Ends”. Uma overdose de músicas, mesmo que algumas bastante modificadas, fortes o suficiente para retirar até a última gota de suor e voz deste que vos escreve.
No fim, eu estava quase satisfeito. Não tinha conseguido ouvir muita coisa devido a péssima acústica da Arena. Brit não era mais a mesma. As músicas remixadas não eram tão legais quanto as originais. Mas, o pouco que tinha acontecido, tinha sido o suficiente para me deixar semi-feliz. Talvez eu precise de mais alguns shows da diva para suprir os dez anos que esperei para estar ali. Talvez ela precise de mais algumas turnês para recuperar a boa forma. Todo mundo tem seus altos e baixos, a Brit chegou no mais baixo que conseguiu e agora começa a voltar a ativa. Nós apoiamos e esperamos ansiosos pelo próximo cd, pela próxima turnê, pelo próximo “WHAT’S UP SÃO PAULOOOO...”
Em tempo: Conheci duas pessoas maravilhosas no meio da muvuca. Giuliana e Rafa. Super perdidos e divertidos acabei assistindo a maior parte do show com eles, que me receberam super bem. Meus amigos foram empurrados para frente através de uma multidão que brotou do chão, e um dos meus amigos acabou sendo roubado! Uma vergonha Brasil! Uma vergonha!
Eis que depois de chegar quase ao fundo do poço, ela deu a volta por cima ao lançar o single “Gimme More”. A música seria seu grande retorno. Dançante, gostosa, sexy. Começa com um belo “It’s Britney, bitch”, que se tornou seu verdadeiro grito de guerra, anunciando que a Britney estava de volta. Mesmo com uma vergonhosa apresentação no VMA, ela aos poucos foi ganhando espaço no mundo fonográfico, principalmente com o êxito dos dois singles que seguiram “Piece of Me” e “Break The Ice”, a última rompendo a barreira da sensualidade e da awesomisse.
Porém, tirando os singles, o cd “Blackout” não chamou minha atenção. Eis que em 2008 ela chega com o “Circus”, que estourou com a música “Womanizer” e teve outras duas músicas de grande circulação, “Circus” e “If You Seek Amy”.Mas ainda não era a hora da loira chamar a minha atenção. Com o tempo acabei desencanando. Eis que este ano, ela aceitou o desafio de me ter de volta ao circulo dos fãs e lançou o “Femme Fatale”. Ouvir a primeira vez foi difícil, não gostei logo de cara. Muito mixado, cheio de auto-tune, mas ainda assim, muito mais digno que os dois anteriores. Abrindo com “Till The World Ends”, composta pela Ke$ha, o cd ganha força nas quatro primeiras músicas, perde total na quinta, volta a agitar em “Drop Dead Beautiful”, quase afunda com “Seal it With a Kiss” e “Big Fat Bass” com o Will.I.Am, e por ai vai até o final, até que ganha força total nas últimas quatro faixas (da edição deluxe), “Up n Down”, “He About To Lose Me”, “Selfish” e “Don’t Keep Me Waiting”, e então a Britney diz: “I’m back bitches”. E definitivamente está. Não é um cd tão gostoso quanto o “Britney”, nem tão poderoso quanto o “In The Zone...”, mas cumpre sua função em colocar a Brit de volta ao seu posto de princesinha do pop.
Dito tudo isso, lá estava eu, no dia 18 de novembro ansioso, ao lado dos meus amigos, esperando pela entrada da Srta. Spears no palco da Arena Anhembi em São Paulo. Simplesmente detesto o local, a acústica é péssima. Porém, é fácil de chegar, os banheiros são usáveis e tem mais estrutura para shows como este do que a Chácara do Jockey. Como já era esperado, o palco que veio para o Brasil não chega nem perto do palco original da tour que viajou o mundo. Uma vergonha. Já que os ingressos, que chegavam à R$ 700,00, eram o suficiente para cobrir os gastos de transporte. De qualquer forma, lá estávamos nós, felizes e animados.
22h em ponto o show começa. Um vídeo da Brit presidiária fugindo do cárcere é exibido no telão. Alguns minutinhos depois, lá vem ela, saindo de trás do telão, sobre uma plataforma, linda, com um maio branco para “cantar” “Hold It Against Me”, minha música favorita do cd. Cantei, pulei, gritei, dancei. Mas já sabia que o som estava super baixo. Em “Up n Down” só eu sabia a letra inteira, ou seja, era para estarmos ouvindo perfeitamente. Mas não foi isso que aconteceu. O som permaneceu irritantemente baixo durante todo o show, impossibilitando de ouvir muitas músicas.
Britney estava linda, como era esperado. Também como já era esperado, não estava dançando bem, já não era a mesma de antes, mas ainda assim, era a Britney. Esforçada e simpática, cumprimentou o público paulista com a mesma fala de toda a turnê: “What’s up São Paulo, how you feeling? I can’t hear yoooou...”, infelizmente nem a gente Brit. Quando começou “3” e o público resolveu cantar junto, o pouco som que saia das caixas foi reduzido a ruídos. E então, eu fiquei broxado.
A Brit seguiu com “Piece of Me” mas em “Big Fat Bass” o show praticamente morreu. Não consegui empolgar nem em “Lace & Leather” que era uma das minhas preferidas do “Circus”. Mas quando eu pensei que tudo estava perdido, a frase “It’s Britney, bitch” fez todas as 30 mil pessoas presentes surtarem. Era “Gimme More”. Mesmo remixada e toda modificada, dancei até não poder mais, e então os grandes hits começaram. “Don’t Let Me Be The Last to Know”, onde a Britney faz o famoso número do balancinho, “Boys”, “…Baby One More Time”, “S&M”, “I’m a Slave 4 U”, “I Wanna Go”, “Womanizer”, “Toxic” e “Till The World Ends”. Uma overdose de músicas, mesmo que algumas bastante modificadas, fortes o suficiente para retirar até a última gota de suor e voz deste que vos escreve.
No fim, eu estava quase satisfeito. Não tinha conseguido ouvir muita coisa devido a péssima acústica da Arena. Brit não era mais a mesma. As músicas remixadas não eram tão legais quanto as originais. Mas, o pouco que tinha acontecido, tinha sido o suficiente para me deixar semi-feliz. Talvez eu precise de mais alguns shows da diva para suprir os dez anos que esperei para estar ali. Talvez ela precise de mais algumas turnês para recuperar a boa forma. Todo mundo tem seus altos e baixos, a Brit chegou no mais baixo que conseguiu e agora começa a voltar a ativa. Nós apoiamos e esperamos ansiosos pelo próximo cd, pela próxima turnê, pelo próximo “WHAT’S UP SÃO PAULOOOO...”
Em tempo: Conheci duas pessoas maravilhosas no meio da muvuca. Giuliana e Rafa. Super perdidos e divertidos acabei assistindo a maior parte do show com eles, que me receberam super bem. Meus amigos foram empurrados para frente através de uma multidão que brotou do chão, e um dos meus amigos acabou sendo roubado! Uma vergonha Brasil! Uma vergonha!
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