Nossa faz
muito tempo que não escrevo nada aqui. Na verdade, com a correria do ano que
incluiu um desgastante TCC e muito trabalho para fazer, acabei perdendo um
pouco a vontade de escrever, e para quem conseguiu escrever um livro em apenas
um mês, é algo completamente pecaminoso e triste. Aliás, o livro vai bem,
mandou beijos e disse que um dia ele estará nas prateleiras, mas enquanto não
me sinto confiante para publicá-lo (sim, tudo tem seu tempo, já dizia Mestre
Yoda), vamos tirar a poeira desse blog um pouco.
Esse post
não se refere ao que aconteceu no meu ano, que sem dúvida foi cheio de
transições, muito menos para concluir todas as coisas que eu deixei aberto aqui
– minha divertida viagem para o Chile, todos os shows que eu vi esse ano, todas
as pessoas que eu conheci, meu conto baseado em Girl Gone Wild da Madonna, etc. -, mas para fazer a
tradicional lista com os dez melhores CDs que eu ouvi no decorrer do ano. Já
adianto que a lista foi realmente difícil, já que tivemos excelentes
lançamentos ao longo dos doze meses, por isso ao término desse texto farei
algumas menções honrosas. Chega de falar e vamos ao que interessa:
10º) Christina Aguilera – Lotus
Vou abrir minha listinha com o grande retorno da Christina Aguilera. Sem dúvida o Lotus foi um dos CDs mais aguardados do ano. Depois de um péssimo “Bionic”, todos estavam curiosos para saber como seria o novo trabalho da Aguilera que vinha sendo vendido pela mídia especializada como algo fora do normal. Qualidade essa que ficou comprovada assim que o primeiro single do projeto saiu. “Your Body” tem a mesma sensualidade do “Stripped”, a mesma força vocal do “Back to Basics” e a batida dance de “Not Myself Tonight”, uma das poucas realmente boas do trabalho anterior da cantora. Mas “Your Body” não chega nem perto de descrever o quanto o cd novo é inquietantemente ótimo. Não dá para ficar parado ouvindo. Desde a abertura bem “Stripped”, passando pela segunda e poderosa “Army of Me” e completamente com as fantásticas “Let There Be Love”, “Blank Page”, “All Around The World” e “Just a Fool”, onde Aguilera divide o microfone com Blake Shelton. O fato é que o Lotus é um cd excelente, quase impossível de se ouvir apenas uma vez. Recomendo até mesmo para quem não gosta de pop.
Vou abrir minha listinha com o grande retorno da Christina Aguilera. Sem dúvida o Lotus foi um dos CDs mais aguardados do ano. Depois de um péssimo “Bionic”, todos estavam curiosos para saber como seria o novo trabalho da Aguilera que vinha sendo vendido pela mídia especializada como algo fora do normal. Qualidade essa que ficou comprovada assim que o primeiro single do projeto saiu. “Your Body” tem a mesma sensualidade do “Stripped”, a mesma força vocal do “Back to Basics” e a batida dance de “Not Myself Tonight”, uma das poucas realmente boas do trabalho anterior da cantora. Mas “Your Body” não chega nem perto de descrever o quanto o cd novo é inquietantemente ótimo. Não dá para ficar parado ouvindo. Desde a abertura bem “Stripped”, passando pela segunda e poderosa “Army of Me” e completamente com as fantásticas “Let There Be Love”, “Blank Page”, “All Around The World” e “Just a Fool”, onde Aguilera divide o microfone com Blake Shelton. O fato é que o Lotus é um cd excelente, quase impossível de se ouvir apenas uma vez. Recomendo até mesmo para quem não gosta de pop.
9º) Keane – Strangeland
Sabe aquele cd que você coloca para caminhar sozinho? Ou então dirigir por ai sem rumo? Aquela seleção gostosa de música que você faz quando está querendo colocar as ideias em ordem e relaxar? Essa é a melhor maneira de expressar o que eu sinto toda vez que ouço o “Strangeland”, novo cd do Keane. Batidas gostosas de ouvir, letras marcantes e a voz gostosa do Tom Chaplin tornam esse álbum o melhor da banda. A abertura com “You Are Young” já mostra que você está diante de uma droga – no bom sentido da palavra –, que vai te pegar de jeito e te viciar até que uma nova droga entre em sua vida. Realmente é quase impossível de enjoar de um trabalho como o “Strangeland”, principalmente de músicas como “Silenced by the Night”, “Soverign Light Café” e “The Staring Line”.
Sabe aquele cd que você coloca para caminhar sozinho? Ou então dirigir por ai sem rumo? Aquela seleção gostosa de música que você faz quando está querendo colocar as ideias em ordem e relaxar? Essa é a melhor maneira de expressar o que eu sinto toda vez que ouço o “Strangeland”, novo cd do Keane. Batidas gostosas de ouvir, letras marcantes e a voz gostosa do Tom Chaplin tornam esse álbum o melhor da banda. A abertura com “You Are Young” já mostra que você está diante de uma droga – no bom sentido da palavra –, que vai te pegar de jeito e te viciar até que uma nova droga entre em sua vida. Realmente é quase impossível de enjoar de um trabalho como o “Strangeland”, principalmente de músicas como “Silenced by the Night”, “Soverign Light Café” e “The Staring Line”.
8º) Regina
Spektor – What We Saw From the Cheap Seats
Quer explodir de fofura? Então corra agora para ouvir esse novo cd da Regina Spektor. É simplesmente a junção de açúcar, tempero e tudo que há de bom. Só que ao invés de termos “As Meninas Superpoderosas” como resultado, saiu esse “What We Saw From The Cheap Seats”. Cada música que você avança, fica o pensamento: será que ela consegue ser mais fofa? Acredite! Ela consegue! Até mesmo na comercial “All The Rowboats”, primeiro single desse trabalho. Destaco faixas como “Small Town Moon” que abre o cd, “Don’t Leave Me”, “The Party” e “Jessica”.
Quer explodir de fofura? Então corra agora para ouvir esse novo cd da Regina Spektor. É simplesmente a junção de açúcar, tempero e tudo que há de bom. Só que ao invés de termos “As Meninas Superpoderosas” como resultado, saiu esse “What We Saw From The Cheap Seats”. Cada música que você avança, fica o pensamento: será que ela consegue ser mais fofa? Acredite! Ela consegue! Até mesmo na comercial “All The Rowboats”, primeiro single desse trabalho. Destaco faixas como “Small Town Moon” que abre o cd, “Don’t Leave Me”, “The Party” e “Jessica”.
7º) Madonna – MDNA
Confesso que sou desse fãs um pouco hereges da Madonna. Não gosto do “Ray of Light” e tão pouco do “Music”, adoro o “Confessions” e o “American Life” e acho que ela deveria se envergonhar de ter lançado o “Hard Candy”. Mas uma coisa que eu não deixo de pensar ao ouvir cada um desses trabalhos é: “a Madonna já fez praticamente tudo”. Esse pensamento deve ter passado por ela também, porque essa é justamente a sacada desse “MDNA”. Madonna fez um grande medley de tudo o que já fez ao longo de sua carreira, principalmente desde seu grande retorno com o “Ray of Light”. O gostoso desse cd, além do pop farofa bem amarradinho e gostoso de ouvir e dançar, é ficar tentando adivinhar de qual fase tal música pertence. O cd é excelente já começando com a música de abertura. “Girl Gone Wild” é talvez um dos pops mais farofeiros que eu ouvi no ano, mas ainda assim é talvez uma das minhas favoritas do cd. É gostosa, é dançante, é animada, é ousada, é Madonna. “Gang Bang”, “Turn up the Radio”, “I don’t give A”, “Masterpiece”, “Love Spent”, são dignas de aplausos. Mais uma vez Madonna mostra que é definitivamente a rainha do pop, e se outras podem copiá-la, porque ela mesma não?
Confesso que sou desse fãs um pouco hereges da Madonna. Não gosto do “Ray of Light” e tão pouco do “Music”, adoro o “Confessions” e o “American Life” e acho que ela deveria se envergonhar de ter lançado o “Hard Candy”. Mas uma coisa que eu não deixo de pensar ao ouvir cada um desses trabalhos é: “a Madonna já fez praticamente tudo”. Esse pensamento deve ter passado por ela também, porque essa é justamente a sacada desse “MDNA”. Madonna fez um grande medley de tudo o que já fez ao longo de sua carreira, principalmente desde seu grande retorno com o “Ray of Light”. O gostoso desse cd, além do pop farofa bem amarradinho e gostoso de ouvir e dançar, é ficar tentando adivinhar de qual fase tal música pertence. O cd é excelente já começando com a música de abertura. “Girl Gone Wild” é talvez um dos pops mais farofeiros que eu ouvi no ano, mas ainda assim é talvez uma das minhas favoritas do cd. É gostosa, é dançante, é animada, é ousada, é Madonna. “Gang Bang”, “Turn up the Radio”, “I don’t give A”, “Masterpiece”, “Love Spent”, são dignas de aplausos. Mais uma vez Madonna mostra que é definitivamente a rainha do pop, e se outras podem copiá-la, porque ela mesma não?
6º) Mumford and Sons - Babel
O primeiro cd do Mumford and Sons faz parte da minha seleta lista de cds de cabeceira. Aqueles CDs que você simplesmente nunca deixa de ouvir. Sou completamente apaixonado pela banda e esse cd novo me deixou completamente orgulhoso. A sonoridade da banda está mais madura, mais forte, mais marcante. As letras continuam excelentes e as músicas cada vez mais viciantes. Na primeira ouvida, “Hopeless Wonderer” me pegou de surpresa e se tornou uma das minhas cinco músicas favoritas nesse ano. “Below my Feet”, “Lover’s Eyes” e “Babel” são outras músicas são capazes de tirar o fôlego do ouvinte.
5º) Kiss – Monster
O nome do cd não poderia definer melhor o Kiss. Sem dúvida alguma eles são os monstros do rock. Sem mudar completamente nada do estilo classic da banda, mas mantendo a ótima qualidade musical, esse novo cd do Kiss é para colocar e ouvir sem medo de ser feliz. Todas as músicas são boas mesmo que algumas letras sejam bobinhas. A banda continua mantendo sua excelência. Ainda não realizei meu sonho de ver um show do Kiss, acabei perdendo o desse ano, mas tenho certeza que as músicas novas devem funcionar muito bem ao vivo. Dou realmente graças a Deus por ainda existirem bandas como o Kiss que conseguem fazer um trabalho tão bem feito como esse “Monster”, rock n roll cru e de qualidade como há muito eu não escutava. Vida longa ao Kiss! \m/
4º) Phillip Phillips – The World From the Side of the Moon
Confesso que é dificil dar crédito a um vencedor do American Idol. Principalmente depois que o programa perdeu muito da credibilidade. Não menosprezando o talento dos participantes, mas é difícil sair um cd ali que me agrade de verdade. E então veio o Phillip Phillips que venceu a última edição do programa, com um single chamado “Home” e uma influência louca em Mumford and Sons e Dave Matthews Band. Claro que eu surtei. Algumas semanas depois de conhecer essa música o cd dele foi lançado. O coloquei em quarto lugar, porque a partir daqui são os CDs que realmente me prenderam e me fizeram ouvir de maneira incessante. Eu simplesmente não conseguia, e não queria, parar de ouvir o cd do Phillips. “Man on the Moon”, “Gone, Gone, Gone”, “Get up Get Down”, “Drive Me”, é uma música melhor que a outra, somada a voz gostosa do cantor. Acabei descobrindo que outras pessoas estavam viciadas já que o cd foi excelentemente bem nas vendas e o single, “Home, foi primeiro lugar no top da Billboard. Em tempos difíceis, onde a música esta cada vez mais robótica, alguém como o Phillip Phillips fazer sucesso é digno de louvor.
3º) Joss Stone – The Soul Sessions Vol. 2
Esse ano foi muito especial para a Joss e para mim. Ela voltou com tudo as paradas de sucesso com o lançamento desse “The Soul Sessions Vol. 2” e eu finalmente a conheci pessoalmente. Mesmo que isso seja história para outro post, posso adiantar o quanto foi um momento inesquecível na minha vida. Joss é de uma simpatia e simplicidade que não tem tamanho. Sem contar na beleza e vozeirão. Esse cd é continuação do seu primeiro trabalho “The Soul Sessions” e traz versões – bem acima da média -, de músicas da soul music que são bem pouco conhecidas. O cd começa com “I Got the...” e uma batida bem negra. Espetacular. Segue com a poderosa “For Gods Sake” e a deliciosa “While You’re Out Looking For Suggar”. Ouvi esse por dois dias sem parar para viver, e posso dizer que foi um dos melhores da Joss. Os big old fãs podem até me julgar, já que o coloco acima de cds como “Mind, Body e Soul” e “Introducing”, mas o que ouvimos aqui é uma Joss crescida que voltou as raízes para mostrar que não é mais uma menina que gosta de cantar descalça, fumar maconha e beber chá enquanto canta, hoje é uma mulher que sabe muito bem o que quer e tem total domínio de sua voz. É um cd espetacular.
2º) Taylor Swift – Red
Fiz bico torto quando ouvi o primeiro single desse cd. “We Are Never Ever Getting Back Together” não tinha nadinha de nada da Taylor que eu aprendi a amar. Era pop, grudenta e com uma letra mais teenager que a fila do show do Justin Bieber. Contudo eu sabia que se a Taylor estava caminhando por águas pop, ela estava com vontade disso. Afinal ela não faz nada que não queira. E então o cd saiu e eu ouvi. Amor a primeira ouvida. “State of Grace” é batidinha, rockzinha, pesadinha e com uma letra fantástica. Seguida pela FENOMENAL “Red” e “Treacherous” abre o cd com chave de ouro. Todas as músicas tem uma pegada mais pop/rock mas mostram uma evolução pessoal da própria Taylor, que conta tudo o que já sofreu nas mãos dos homens sem medo de ser feliz. O cd é uma verdadeira auto análise para um coração partido que passa do sofrimento da perda – “Red” -, até o recomeço – “Begin Again” que encerra o álbum . Foi sem dúvida um álbum excelente e com uma sonoridade espetacular. Se você ainda não escutou, não sabe o que está perdendo.
1º) Muse – The 2nd Law
É claro que o primeiro lugar seria para o novo cd da melhor banda da galáxia. E não é apenas porque o Muse é minha banda favorita é que eles estão em primeiro lugar. É porque é fato de que o cd é o melhor do ano. Houve muita polêmica envolvendo o trabalho. Desde a forte influência em Queen – que os recalcados dizem que é cópia -, até o uso de dubstep na faixa Unsustainable. A primeira música, “Supremacy” te pega pelo braço, te joga na parede e te torna uma pessoa diferente. É pesada, acompanha uma orquestra fabulosa e a letra de tá um verdadeiro tapa na cara. Existe ainda a surpresa de duas músicas cantadas pelo Chris que são de um orgasmo sem fim. Ouvi o cd por uma semaninha inteira, e ainda escuto sem parar. Não consigo cansar. É ótimo. É de qualidade. É Muse! <3
Menções honrosas.
Antes de encerrar gostaria de deixar aqui algumas menções honrosas desse ano, como o cd novo da P!nk “The Truth About Love” que é fantástico e cheio de parcerias, o novo da Ke$ha “Warrior” que foi talvez a grande surpresa do ano, o novo da Norah Jones, o Lawson que é uma banda britânica de pop rock apadrinhada pela Jessie J que fez um cd bem delicinha de ouvir, Saint Motel com seu álbum debut totalmente acima da média, Emeli Sandé com uma voz potente e forte, Of Monsters and Men, Sigur Rós, o grande retorno do No Dobut e Garbage, o novo do Gossip que é gostoso de ouvir, a ótima trilogia do Green Day “Uno! Dos! Tres!” e até mesmo o novo do The Killers que eu ainda não consegui acostumar.
Antes de encerrar gostaria de deixar aqui algumas menções honrosas desse ano, como o cd novo da P!nk “The Truth About Love” que é fantástico e cheio de parcerias, o novo da Ke$ha “Warrior” que foi talvez a grande surpresa do ano, o novo da Norah Jones, o Lawson que é uma banda britânica de pop rock apadrinhada pela Jessie J que fez um cd bem delicinha de ouvir, Saint Motel com seu álbum debut totalmente acima da média, Emeli Sandé com uma voz potente e forte, Of Monsters and Men, Sigur Rós, o grande retorno do No Dobut e Garbage, o novo do Gossip que é gostoso de ouvir, a ótima trilogia do Green Day “Uno! Dos! Tres!” e até mesmo o novo do The Killers que eu ainda não consegui acostumar.
E já que o
mundo realmente não acabou no dia 21, espero que 2013 seja tão bom musicalmente
quanto 2012.
Feliz Natal
a quem me lê! =)

















